As 4 reações ao lidar com um arrogante

Recentemente deparei-me com um arrogante. Encontrar esse tipo de pessoa não é de todo incomum no ambiente corporativo. Fazia tempo, no entanto, que não encontrava alguém assim.

Convidou-nos para uma reunião e tratou de buscar impor suas condições, quis "emparedar-nos" e não fazia questão de ouvir. O seu objetivo era apenas aquele de que nós concordassemos e satisfizessemos suas condições ou que capitulássemos diante de ameaças implícitas entremeadas em seu discurso.

E assim é, pois, o arrogante assume e deixa expressar em seu comportamento a crença de que é melhor, mais esperto e mais importante do que as demais pessoas. O arrogante é cheio de si e surdo! Ele adora ouvir o som da sua voz. E a origem de sua fraqueza e a razão de não ser um bom negociador reside neste fato de sempre subestimar a contraparte. Lidar com essas pessoas é cansativo e, dependendo do tipo de relação que se tenha, estressante. As reações a esse indivíduo podem ser:

(1)   O confronto puro e simples

O problema desta opção é fazer um inimigo declarado. Adicionalmente, você pode vir a ter um problema com a pessoa jurídica em razão da pessoa física que, por ora, ali está.

(2)   O escutar sem ouvir (o famoso "entra por um ouvido e sai pelo outro")

O problema desta opção é que se você não presta atenção pode deixar que a situação se agrave em seu desfavor.

(3)   A ignorância pura e simples; ou Ignorar é uma possibilidade, no entanto, de novo, faz-se um inimigo e pode-se criar um problema com a pessoa jurídica para sempre.

(4)     "Dar-lhe corda" e esperar que ele mesmo se enforque


Uma vez identificada a cilada e a falta de diálogo, o melhor é prestar muita atenção, anotar tudo, registrar e deixar que o mesmo construa a proposta mais louca possível que possa ser facilmente negada por seus superiores ou sócios. O objetivo é tornar a proposta ou pedido impossível de ser atendido. E se o seu diagnóstico de um arrogante foi bem feito, isso não será um problema! Assim você poderá negar a proposta sem ficar desacredito e, ainda, ter a possibilidade de escalar o problema dentro da organização da contraparte.

Optei pela última, "temperada" com um pouco da sutileza mineira. Ou seja parecer inofensivo e deixar que ele seguisse nos subestimando.

Esse encontro levou-me a refletir sobre o quão perigoso, custoso e desastroso é ser soberbo, vaidoso.

Importante, igualmente, que nós nos "escaneemos", nos avaliemos e testemos o nosso nível de vaidade para ver se ela não alcançou o nível da arrogância.

O teste é relativamente fácil, caso você esteja falando mais do que ouvindo, achando que todos com que se relacionam são inferiores ou menos capazes, e ainda olhando de cima para baixo e não na altura dos olhos do(s) outro(s) há uma grande chance de você ter se tornado arrogante!

“O orgulho leva a pessoa à destruição, e a vaidade faz cair na desgraça. ” (Provérbios)

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